domingo, 14 de agosto de 2016

O raio brilhou pela terceira vez

Carlos Barria/Reuters

Em meio aos tempos sombrios vividos pelo atletismo, um raio apareceu como salvação: Usain Bolt se tornou o maior nome da modalidade com seu inédito tricampeonato olímpico nos 100 metros rasos na Rio-2016. Como se parecesse pouco, ele acumulou a sua sétima medalha de ouro em oito competições disputadas - só perdeu quando se contundiu. Assim, cumpriu o que se propôs ao final de Londres: virar uma lenda.
Bolt venceu a prova com 9s81, sua melhor marca da temporada, mas distante de seu recorde mundial de 9s58 obtido no Mundial de Atletismo de Berlim, em 2009. O tempo também foi pior que nas suas duas outras conquistas olímpicas: ele fez 9s69 em Pequim-2008, e 9s63 em Londres-2012. O jamaicano teve uma largada mais fraca do que na semifinal, mas passou à frente nos metros finais.
O principal rival de Bolt, o norte-americano Justin Gatlin, ficou com a prata ao correr para 9s89 - acima de sua melhor marca na temporada, 9s80, que lhe daria o ouro. Já a medalha de bronze ficou com o canadense Andre de Grasse, com 9s91.

Fonte: uol

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