sexta-feira, 28 de abril de 2017

Barreiras parou contra a reforma trabalhista e previdenciária

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No dia 28 de abril de 2017, Barreiras-Ba, juntamente com milhares de cidades do Brasil pararam contra as reformas trabalhista e previdenciária proposta pelo executivo federal.  A lei da terceirização deixa o trabalhador dependente de prestadora de serviço, aumenta os contratos temporários afetando a contribuição ao INSS e FGTS, além do salário ser 17% menor.

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Participaram da paralisação os seguintes sindicados: Sinprofe, APLB, Sindsemb, A FETAG-BA,  CTB, Construção Civil / SINDIOESTE, Sindicato dos Bancários, Trabalhadores Rurais STTR de Barreiras,  Servidores da UNEB/ADUNEB, Servidores da UFOB-IFBA/ASSSUFBA, Agentes Comunitários de Saúde e Endemias / SINDI-ACS, UJS, Comerciários/SINDICCOB, MST, Rodoviários/SINTRACARPASS, Mototaxistas/AMTB, Agência desenvolvimento, Diocese de Barreiras, Servidores dos Correios/SINCOTELBA, Servidores da Embasa/SINDAE, Servidores da Coelba/SINERGIA, Servidores da Justiça/SINPOJUD e  Tribo indígena Kiriri.

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A concentração da manifestação teve início na Agência do INSS de Barreiras por volta das 7 horas da manhã. Cerca de 9 horas o movimento seguiu sentido prefeitura de Barreiras, na qual vários sindicalistas, educadores, universitários e trabalhadores fizeram o uso da palavra falando dos prejuízos dessa reforma e que os mesmos foram unânimes em dizer que não abriam mão dos seus direitos, já que essa reforma tira direitos e em muitos casos como o nordeste que tem uma expectativa de vida baixa, inúmeros trabalhadores morrerão antes mesmo de se aposentarem. 

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As palavras de ordem antes de chegar a prefeitura era somente fora Temer. Contudo ao chegar em frente da prefeitura Municipal de Barreiras as diretoras do  SINPROFE Arizângela, SINDSEMB Carmélia da Mata e APLB Zélia, discursaram dos prejuízos não apenas das reformas propostas por Temer, como também do projeto de Lei 004/2017 de autoria do Poder Executivo que dispõe sobre a cessão de crédito precatório às instituições financeiras públicas, referente ao processo nº 0000504-16 do ano de 2006, quando o município entrou na justiça cobrando o valor que recebeu a menos no repasse do antigo FUNDEF. Segundo as mesmas os projeto foi votado de forma rápida pelo legislativo, sem ao menos abrir uma discussão com a categoria e muito menos com os sindicatos, e que tal medida não será benéfica para a educação do município, uma vez que o Banco do Brasil cobrará juros por esta antecipação e os prejuízos serão de milhões.

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O movimento ocorreu de forma ordeira e a população de Barreiras ficou ciente dos prejuízos que tais medidas trarão para Barreiras/Brasil.

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