quarta-feira, 9 de maio de 2018

Cid Moreira concede entrevista para a imprensa em Luis Eduardo Magalhães

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Em Coletiva (09/05) de Imprensa na Cidade de Luis Eduardo Magalhães no oeste baiano o grande Jornalista Cid Moreira veio participar de eventos promovidos pela Igreja  Adventista desta cidade. Vários blogs a exemplo de Washington Imprensa, Sigi Vilares, Destaque Notícias, Blog Bahia, Fernando Pop... tiveram a oportunidade de entrevistá-lo. Sua esposa a jornalista Fátima Moreira, também participou da entrevista que de tão prazerosa mais parecia um bate papo entre amigos. Será lançado em outubro um filme falando de sua história. Todos também tiveram a oportunidade de escutarem um trecho da bíblia lido por ele o que  certamente foi um grande presente na coletiva.

Cid começou na rádio Difusora de Taubaté, como contador. Como sua voz era muito bonita e grave, foi convidado para ser locutor. Narrou documentários para cinema, meio no qual também apresentou o noticiário semanal Canal 100 produzido por Carlos Niemeyer. Em 1955, atuou como ator no filme Angu de caroço, voltando ao cargo de narrador em 1958 no filme Traficantes do crime.


É importante ressaltar que na época áurea do cinema, foi narrador dos jornais de cinema da maior parte dos estados brasileiros. Documentários produzidos por Jean Manzon, I. Rosemberg, Pantha Filmes (Belo Horizonte), Iglu Filmes (Bahia), Porto Alegre, Pará, Espírito Santo, Petrópolis, entre outros. Alguns documentários emoldurados por sua voz, como Brasil, bom de bola; Futebol total; João e sinuca brasileira, receberam grandes elogios. E, recentemente, sua imagem voltou a reaparecer nos telões, quase como uma homenagem, em Dois filhos de Francisco, desta vez para relembrar os bons momentos no JN. Naquela época, quando não estava nos palcos das rádios ou na apresentação de cantores ou humoristas, Cid peregrinava pelas agências de publicidade e estúdios gravando spots ou jingles comerciais. Valia tudo, desde anúncios da pasta de dentes Kolynos até os postos de gasolina Esso e Texaco, dos refrigerantes Pepsi e Coca-Cola, ou dos supermercados Casas da Banha até os remédios e produtos de higiene pessoal, como as Pílulas Dr. Ross, Alka Seltzer, sabonetes Lifebuoy, Eucalol e Gessy Lever, passando pela loja de roupas masculinas Ducal até lançamentos imobiliários, entre centenas de outros produtos que passaram pela voz de Cid nas décadas de 1950 a 1980.
Apresentou entre 1969 e 1996 o Jornal Nacional da Rede Globo de Televisão, sendo um recordista como um âncora que mais tempo esteve à frente de um mesmo telejornal. A estreia do Jornal Nacional em 1° de setembro de 1969 foi com o locutor Hilton Gomes. Hoje Cid, narra matérias para o programa da Rede Globo Fantástico.
Em 1975, Cid Moreira provê narração para o documentário Brasil: Ontem, hoje e amanhã, material de propaganda do governo comemorando os 11 anos de ditadura paisano-militar no Brasil.[1]
Cid é célebre também pela gravação, feita em 2001, em áudio da Bíblia cristã na íntegra e em linguagem atual. Os CDs com sua locução alçaram um enorme sucesso de vendas, chegando hoje a 33 milhões de cópias.
Aos 87 anos e 70 de carreira, Cid publicou o livro Boa Noite. O nome de sua biografia deve-se à sua frase "Boa Noite!", com a qual encerrava o Jornal Nacional.
Em 24 de abril de 2015 apresentou um bloco do Jornal Nacional junto com Sérgio Chapelin como uma forma de homenagem da Globo aos dois jornalistas, que por muitos anos apresentaram o Jornal Nacional, na semana de aniversário de 50 anos da Rede Globo. Chamaram a última da reportagem da série "50 Anos de Jornalismo da Globo" apresentado de 20 à 24 de abril dentro do JN. No dia 24, com reportagens e fatos marcantes com mais destaque entre 2005 e 2014.

Fonte: Wikipédia

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